A rede cai quando enche
Wi-Fi de pavilhão degrada exatamente no pico de movimento. Uma plataforma que assume conexão trava na frente da fila — e a fila vai embora.
Live marketing · zero-party data
Todo software de gamificação de marketing foi construído para a internet. A Wallye foi construída para o corredor da feira — onde a rede cai na hora do movimento, o visitante inventa o telefone para levar o brinde, e o vendedor não sabe que o diretor de compras está jogando no totem ao lado.
O problema
É o pavilhão. Três coisas quebram uma ativação de estande, e nenhuma delas se resolve com mais templates de joguinho.
Wi-Fi de pavilhão degrada exatamente no pico de movimento. Uma plataforma que assume conexão trava na frente da fila — e a fila vai embora.
Formulário é campo de texto. Quem só quer o brinde digita um telefone qualquer, e a base que a agência entrega ao cliente já nasce sem valor.
O tomador de decisão joga, ganha e sai. O relatório mostra que ele passou por ali — na semana seguinte, quando não adianta mais.
A plataforma
Cada item abaixo diz em que estado está. O que leva o selo em desenvolvimento não entra em proposta comercial como se já rodasse.
A rede do pavilhão cai na hora do movimento — e leva a ativação junto.
O jogo roda no próprio aparelho, em HTML5. O lead é gravado no dispositivo e sobe quando a conexão volta, sem perda e sem duplicata. Não é um botão de "modo offline": é o desenho do runtime.
O prêmio na tela é o prêmio que se tira print e se entrega duas vezes.
O código é cunhado no totem — funciona sem rede — e é bipado no balcão. Vale uma vez só, e a entrega fica auditável: quem resgatou, quando, em qual totem.
O tomador de decisão joga anônimo, ganha o brinde e vai embora.
As perguntas carregam peso de qualificação. Cargo, porte e urgência saem da partida, não de um formulário a mais — e o lead que cruza a nota de corte é marcado como quente na hora.
Saber que ele era quente no relatório da semana seguinte não vende nada.
O aviso chega ao celular de quem está no estande enquanto a pessoa ainda está lá: "diretor de TI da empresa X jogando agora no totem 2".
Em desenvolvimento — a marcação de lead quente já roda no totem; falta o aviso sair.
O visitante digita telefone falso para levar o brinde, e a base nasce podre.
O QR passa a chegar no WhatsApp do jogador: receber é a prova de que o número é real e ativo. A coleta vira verificação, sem etapa extra para quem joga.
Em desenvolvimento — a API oficial da Meta exige CNPJ verificado. Até lá o QR sai na tela do totem.
A planilha da ativação esfria enquanto alguém decide o que fazer com ela.
O ranking do evento congela quando a feira acaba, e 48h depois a base recebe o próprio resultado de volta — com descadastro no rodapé e lista de supressão por empresa. O ciclo feira → pipeline fecha dentro da plataforma.
Como funciona
No portal dela, não no nosso. Cria a campanha, escolhe o jogo, sobe os assets da marca em áreas delimitadas e publica. Ninguém toca no código do jogo.
O aparelho puxa a configuração uma vez e joga sem rede depois disso. É navegador ou app Android no hardware que o estande já tem.
Consentimento explícito, guardado com o texto que a pessoa leu — não só com um número de versão. O registro vai para o dispositivo e sobe quando houver conexão.
O QR é cunhado no próprio totem e bipado na entrega. Sem rede e sem resgate duplicado — com quem, quando e em qual totem ficando registrado.
O ranking congela no encerramento, o painel da agência mostra leads, percentual de quentes e o funil do brinde — emitido contra retirado —, e a base exporta em XLSX ou CSV com o texto do consentimento junto. Quarenta e oito horas depois, quem jogou recebe o próprio resultado de volta, com descadastro no rodapé.
O catálogo
O jogo é o meio. Todos rodam offline no mesmo runtime, capturam o lead do mesmo jeito e entregam o brinde pelo mesmo QR — o que muda é o que prende a pessoa no estande.
Perguntas e respostas
O jogo que qualifica enquanto entretém: cada alternativa carrega peso, e a nota sai da partida. É por onde a maioria das ativações começa.
Jogo da memória
Pares com a identidade da marca. Rápido de explicar, rápido de jogar — feito para a fila do corredor andar sem ninguém desistir.
Roleta de prêmios
A mecânica que todo estande conhece, com a diferença que importa: o sorteio é auditável e o prêmio sai pelo mesmo QR de uso único dos outros dois.
Exibir a marca do fornecedor no estande de uma marca grande é inviável, e cobrar por escondê-la é cobrar pela coisa errada. O telão, o totem, o e-mail pós-evento e a página de descadastro saem com a identidade de quem contratou — em todos os planos. O que a Wallye vende é a inteligência do dado.
Para quem é
Não é ferramenta de produtividade nem gerador de quiz para campanha de e-mail. É a operação do estande: hardware do cliente, equipe no corredor, feira com hora para acabar.
Conte qual é o evento e o que você precisa levar de lá. A gente responde dizendo o que a plataforma faz hoje e o que ainda não faz.